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DIÁRIOS DE UMA MOTOCICLETA VIETNAMITA: FAMÍLIA CUORE EM TAM COC

Enquanto os colegas de barco se aglomeravam esperando a van que os levaria de retorno a Hanói, o Fernando, a Sara e eu pegávamos um micro-ônibus em direção a Tam Coc. Não fazia sentido retornar a Hanói, se nosso próximo destino não era por aquelas bandas.

Uma galera completamente diferente nos encontrou: caras jovens e barbudos, meninas com tranças no cabelo, chinelo nos pés, muita gente lendo, muito brilho no olhar. Aos 37 anos, era possivelmente a mais velha no micro-ônibus, mas finalmente tínhamos encontrado a minha turma.

Éramos todos mochileiros.

Tantos mochileiros indo a Tam Coc e Ninh Binh somente poderia ser sinal de uma coisa: estávamos rumando a um destino pouco explorado pelo turismo de massa. “Nenhum chinês ao redor” confirmava a expectativa. Estávamos indo ao local certo.

A viagem foi longa, lenta, porém confortável. O ar-condicionado funcionou todo o tempo, para alegria dos calorentos de plantão aqui, e a parada escolhida pelo motorista não lembrava nem de longe as coisas caquéticas que tínhamos encontrado no norte da China.

Já era noite quando chegamos: o ônibus deixou todos em frente a um hotel de Tam Coc, cujo dono já esperava pelos viajantes. Com ele mesmo arrumamos um táxi e fomos até a nossa pousada – que ficava fora do centro, numa rua escura e meio assustadora para quem chegava pela primeira vez. Fomos recebidos pela menina mais sorridente de todas, que nos ajudou com as malas, nos mostrou o quarto e nos indicou o restaurante para jantarmos.

Quando terminamos de jantar e rumávamos para o quarto, ela ainda nos entregou um mapa da região feito a mão, e nos mostrou as motinhos. “Vocês vão precisar de uma para passear por aqui”.

No dia seguinte, quando abrimos a janela, descobrimos que estávamos no meio do paraíso.

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Campo inundado ao lado da nossa pousada em Tam Coc

Uma montanha calcária, do mesmo tipo que havíamos visto na baía de Halong, nos encarava. Mais próximo à pousada, uma pequena horta, galinhas ciscando. Naquele ar úmido de início de manhã, fomos ao café – que ficava numa varanda, com vista para toda essa lindeza. Baguetes fresquinhas e crocantes, manteiga, omeletes bem feitas, pho, frutas frescas, café gelado: a refeição denunciava que estávamos num delicioso encontro de um país tropical com a herança francesa.

Tam Coc marcou o fim do medo e o início de uma longa relação nossa com as motinhos de baixa cilindrada, automáticas, Sara sentando no meio e dormindo. O curso de direção do Fernando foi de fogo: umas voltas ao redor do pátio do hotel e já tinha mais 2 pessoas na garupa, para dirigir por estradas nem sempre pavimentadas.

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Essa é para assustar à família mesmo: mas a maioria era pavimentada!

A adição da moto marcou também outra coisa importante na viagem: começamos a nos soltarmos, nos tornarmos mais independentes, e a sermos mais flexíveis com o nosso tempo e entre nós.

O que até poucos dias atrás nos causava muita estranheza – motos abarrotadas de pessoas, às vezes com até 4 passageiros! – foi se incorporando ao nosso modo de viajar.

(Num país como o Vietnam, em que um carro paga 100% de imposto sobre o valor bruto, a opção “alugar carro” nem se apresenta em cidades menores.)

Com a moto, pudemos explorar Tam Coc em cada recanto – o limite era a nossa exaustão.

PRIMEIRO DIA EM TAM COC

Fizemos uma exploração livre da região – tomando o exemplo do dia mais legal de Xingping (aquele que saímos de bicicleta) – pegamos a moto, saímos à direita do hotel e nos embrenhamos nas estradas vicinais de Tam Coc.

Lá pelas tantas, encontramos o pagoda de Bich Dong, um lugar incrível que cruza o budismo vietnamita com o chinês (há que se lembrar que os chineses dominaram o norte do Vietnam por mais de 1000 anos).

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Entrando no Pagoda Bich Dong

Para quem já entrou num Templo Budista, sabe que a coisa se dá por etapas: ao contrário de uma Igreja Católica, que possui apenas uma nave, um Templo Budista possui diversas estruturas, uma atrás da outra. Dificilmente você enxerga a última estrutura, olhando para a primeira – se não procurar, é capaz de sair de lá sem ter visto.

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O lago e a entrada do Pagoda Bich Dong

No caso do pagoda de Bich Dong, esse jogo é levado para o outro nível: incrustrado numa montanha, você primeira precisa encontrar a porta para o próximo nível – não é fácil, pois ela fica escondida na parte de trás. Depois, precisa ter coragem para entrar numa caverna escura que o primeiro templo havia escondido (dá-lhe lanterna do celular).

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Já encontrou a entrada?

Ao sair da caverna, tem degraus para subir ao segundo templo. E depois mais degraus para subir ao terceiro (a pessoa aqui ainda teve coragem de continuar subindo, trilha pedregosa acima, apenas para ver a vista. Mas valeu a pena!).

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Não que eu seja muito aventureira, mas tem vezes que vale a pena sair da zona de conforto! 😉

(Enquanto eu subia, o Fernando e a Sara esperavam na sombra, ele tirou seus óculos fashion espelhados comprados em Beijing, e os deixou sobre uma pedra. Por ali ficaram, e quando voltamos para tentar reavê-los, uma nota de 5 dong nos esperava sobre o local. Com isso, em menos de 5 dias, perdemos 100% dos nossos novos óculos escuros 😉 )

Tam Coc poderia ser considerado uma cópia de Xinpging, caso não fosse no Vietnam. Os dois lugarejos estão separados não apenas por 700 km, um testemunho das grandes movimentações tectônicas daquela região toda, mas também por uma cultura completamente distinta.

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Tam Coc, em toda glória, água, pedra e florzinhas

Tam Coc é pacata, acolhedora, aberta ao turismo, povo sorridente e calmo, de fala mansa. Ela também é muito mais “aquática” do que Xingping, a contar pelas paisagens lindíssimas de campos de arroz submersos, cheios de pequenas flores cor-de-rosa e brancas, patos por todos os lados.

O grande atrativo da região, contudo, não está nas montanhas.

Está embaixo delas. São cavernas navegáveis.

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Saindo da caverna em Tam Coc

Em uma das cenas de “Indochina”, Catherine Deneuve aparece navegando placidamente sobre uma quase jangada, num rio que serpenteia por entre campos de arroz verde amarelado.

É Tam Coc.

Dá para ver no trailer do filme, lá por 1:27.

Existem dois lugares principais para fazer este passeio. Um é Trang An e o outro Tam Coc propriamente dito. Segundo a moça da pousada, Tam Coc é mais natural – Trang An sofreu ação humana (= explosões na rocha) para permitir o acesso dos barcos.

Informação na mão, almoçamos em um restaurante do centrinho e rumamos para Trang An (para deixar o melhor para o segundo dia).

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Almoço padrão estilo vietnamita: repare a bacia de ervas. São ervas aromáticas de vários tipos, algumas com sabor bem anizado, que acompanham quase todos os pratos por lá (até no café da manhã!)

TRANG AN

Trang An é um parque pertencente ao patrimônio histórico mundial e tem uma estrutura à altura. Para os passeios de barco, existem dois roteiros possíveis, porém pela hora que chegamos apenas um estava disponível.

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Começando o passeio. Relax ou quer mais?

O passeio leva 3h em um barco a remo. Com uma só barqueira – haja braço! Dentro dos barquinhos, há pás adicionais para quem quiser dar um help, que foi o que fizemos durante todo o passeio (mas muitos bonitões ficavam apenas sentados, enquanto as senhoras remavam sozinhas em barcos com até 5/6 pessoas).

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Ajudando a pegar no pesado com a remadora!

É uma viagem incrível para o centro de 6 montanhas. Em muitas delas, é impossível enxergar mais do que um ponto de luz à frente, porém as barqueiras são tão experientes que não batemos a cabeça nenhuma vez.

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Quer ter uma ideia de como é uma caverna?

Dá uma olhada no vídeo que a gente fez dentro da primeira caverna!

 

Um dos primeiros templos do percurso - e o visual enlouquecedor do rio em frente!
Um dos primeiros templos do percurso – e o visual enlouquecedor do rio em frente!

Há alguns templos no percurso, e inúmeros noivos tirando fotos de casamento.

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Foto dos turistas aqui também 😉

É um visual enlouquecedor, com o rio muito transparente correndo a poucos centímetros de nós, e plantas aquáticas fazendo uma dança submersa. Fazia muito calor, mas a barqueira não nos aconselhou a pular no rio – ele não tinha cheiro, nem cor, de rio poluído, mas seguimos à risca a indicação. A questão, mais tarde saberíamos, é que o vietnamita raramente entra em rios ou no mar.

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Dá ou não vontade de se jogar nessa água? Estava uns 35°C fácil neste dia!

O passeio terminou com o sol já se pondo. Saímos dali já era noite – e estávamos a uns 15km do hotel ainda!

Fernando, primeiro dia de moto, e tendo que enfrentar a noite com a filha e a mulher na garupa, quer mais desafio do que isso? Para piorar, os capacetes não tinham viseira – então dá-lhe insetos voando na cara!

Após algumas bifurcações erradas, acabamos achando o caminho de volta. Um jantar no hotel e estávamos prontos para o segundo dia.

SEGUNDO DIA EM TAM COC

Começando a entrar no clima do lugar, aproveitamos para tomar um café da manhã tranquilo e descansar. Como o plano era fazer apenas o passeio de barco em Tam Coc, deixamos para a tarde, para evitar os turistas de excursão que chegavam de ônibus de Hanói (sim, num lugar idílico como esse, também tem gente que faz bate-e-volta. São cerca de 3h de ônibus de Hanói, um passeio “tão bom” como ir para São Paulo e fazer bate-e-volta para Ubatuba).

TAM COC

O passeio de Tam Coc é menor – leva cerca de 1h30, e passa por apenas 3 cavernas. Percebe-se claramente que aqui a paisagem é mais natural. Contudo, tenho uma coisa a confessar.

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Menino muito fofo esperando pelo próximo turista

Gostamos mais de Trang An, mesmo tendo ação humana.

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Saindo de uma caverna em Tam Coc

Talvez tenha sido uma questão de ter sido o primeiro dos dois passeios, ou o mais longo. Poderíamos ter ficado facilmente apenas com Trang An.

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Só na maciota, aproveitando o rio!

Em Tam Coc há uma atração especial, contudo: as remadeiras com os pés! Faz todo o sentido, não é? Os músculos das pernas são bem mais fortes do que os dos braços!

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Sente a felicidade da amiga!

Ao final do passeio, começamos a cantar todas as músicas do repertório Cuore: Tempo Perdido, Aquarela, Bem que se quis… o pessoal dos outros barquinhos só nos olhando, e a gente se divertindo sem parar.

Quando terminou o passeio, aproveitamos para pegar umas frutas na feira – mas haja mosca! – e tirar aquela foto clássica da iguaria vietnamita.

É, meus queridos, o guia lá em Halong já havia alertado: os vietnamitas comem de tudo – gato, rato, cobra.

E cachorro.

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A China leva a fama, mas o Vietnam deita na cama: carne de cachorro – com informação de procedência – sendo vendida na feira.

E comem querendo comer – dá uma olhada na cabeça aí provando que é cachorro.

A tarde caiu velozmente: escurece muito cedo por essas bandas próximas ao Equador.

Ainda saímos para comer um churrasquinho típico vietnamita – de pato, com um monte de verduras, e papel de arroz para enrolar a comida, o que é de praxe – e fomos dormir cedo.

 

TERCEIRO DIA EM TAM COC

Choveu a noite toda, e o dia amanheceu bem frio – algo inesperado para o Vietnam. O olhinho da Sara, que tinha ido dormir meio vermelho, acordou tomado de inflamação, o que nos deixou bem apreensivos. Possivelmente, aquela água onde não tomamos banho não era nada banhável mesmo.

Lavamos o olho com soro fisiológico, tiramos uma foto para o pediatra, e seguimos mais calmamente com o dia.

HANG MUA

Era nosso último dia em Tam Coc, e decidimos subir na montanha do parque Hang Mua – que a internet inteira nos prometia ser a melhor vista da região. Pegamos a motinho, nos enchemos dos casacos que estavam bem no fundo da mala, capacete no rosto, muita disposição e fomos.

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Olhinho um pouco inchado, mas não perde a pose 😉

Chegamos em um parque vazio – tão vazio que quase não pagamos a entrada. Apesar da fama na internet, estávamos fora de temporada – final de outubro – e aparentemente a turistada dos pacotes de Hanói prefere ficar sentada num barco a subir 500 degraus montanha acima.

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O dragão te acompanha

Pior para eles.

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Família que sobre unida…

O parque tem a ver com uma caverna – hang é caverna em vietnamita – que é bonita, mas não tão impressionante. O impressionante, mesmo, está escondido no topo da montanha. Uma escadaria de pedra, bastante irregular, vai ganhando a lateral da montanha, até chegar ao topo, onde se encontra um altar para o Buda Maitreya.

E a vista mais incrível da viagem.

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Sem legendas: não precisa 😉

Lá de cima, os barquinhos passam ainda mais lentamente no rio, se fundem à paisagem e desaparecem sob a montanha. Chegamos cedo, então não tínhamos companhia. Depois de um tempo, chegou um casal muçulmano belga – sua religião é denunciada pelo véu que cobre os cabelos da moça vestida num traje esportivo com modernos e vistosos tênis de caminhada. Quando estamos indo embora, cruzamos por duas famílias francesas, cheias de crianças ao redor.

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Pausa para o descanso

Ainda demos uma volta na caverna, que tem uma vertente escondida, e de lá seguimos viagem, em direção a uma estrada que não tínhamos explorado ainda. Paramos em um restaurante para almoçar e – salve internet! e salve Google Translator! – quase não comemos, porque finalmente encontramos um lugar no Vietnam em que ninguém falava inglês.

Na volta, decidimos conhecer um dos lugares mais novos da região.

THUNG NHAM

Se era um parque organizado que queríamos, este era uma resposta. cedo! Thung Nham é divulgado por toda a região como o grande paraíso dos pássaros. Um lugar de ecoturismo. Com passeio a pé pelas cavernas inundadas, passeio de barco, pomar, bonsais centenários – dava para passar uma tarde fácil por lá…

…se ao menos tivéssemos chegado mais

Quando entramos, queríamos logo fazer o passeio de barco, porque a tarde já ia pela metade e logo escureceria, mas um senhor, que cuidava das entradas, tinha outros planos para nós. Mesmo sem pertencer a um grupo, tivemos que seguir o roteiro pré-determinado pelo parque – o que significava deixar o passeio de barco para o final.

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Um bonsai milenar: não há lugar no mundo mais com mais bonsais do que o Vietnam!

Mapa na mão, entramos em uma das cavernas, para andar sobre plataformas de bambu e água (sim, em outros momentos, o Fernando não teria nem chegado na boca da caverna, ainda mais andado até o fim dela! O que uma viagem e a distância do que somos “normalmente” não faz pela pessoa, hein?).

Trechos da caverna eram iluminados por coloridas luzes – uma tradição dos tempos de dominação chinesa, talvez?

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Os psicodélicos piram!

Na saída da caverna, nos descobrimos num lugar totalmente diferente, sem qualquer noção para onde ir. O parque é novo, imenso, e a sinalização é incompleta. Vimos algumas pessoas andando e seguimos – mas nos perdemos bonito, tanto na ida, quanto na volta.

A grande atração ali – e razão do nome – é um “banhado” usado como moradia por pássaros. As fotos da divulgação fazem parecer uma coisa extraordinária, mas no nosso caso foi apenas mais ou menos.

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O tal paraíso dos pássaros

Quando chegamos neste ponto, havia uma turma imensa de adolescentes. A Sara já estava bem cansada. Não preciso dizer que não conseguimos ficar nem mais do que 5 minutos por ali, tanto era o assédio sobre ela – e isso que os vietnamitas são BEM mais reservados do que os chineses.

Quando finalmente conseguimos voltar à entrada do parque – onde ficavam os barquinhos – cadê os barquinhos??? Não havia mais nenhum para contar história.

Desolação. Após tanta volta perdida, após tanto cansaço para achar a entrada do parque…

E aí, somos surpreendidos.

Aparece o tal senhor novamente. Pergunta se queremos passear nos barcos. Chama alguém pelo rádio. Em uns 5min, temos uma barqueira uniformizada acenando e nos pedindo que embarcássemos.

O passeio aqui é curto, mas bem interessante – porque é quase completamente no escuro. Temos que usar uma lanterna daquelas de amarrar na cabeça, o que a Sara adora!, para ver as formações rochosas, os morcegos pendurados, as pedras em forma de tudo o que a fértil, mas de certa forma ingênua, imaginação vietnamita consegue imaginar.

Por fim, os adolescentes seguiram para o centro de um lago, onde música alta os encontrou. Nós, subimos na moto, para nosso último passeio em Tam Coc, esse lugar encantador, de volta à pousada.

No dia seguinte, nossa partida rumo a Hué – onde encontraríamos algumas das pessoas que mudariam completamente o curso da viagem.

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Nossa linda motinho 😉

Naquele dia, contudo, enquanto saíamos do parque cantando em família o Feliz Aniversário da Xuxa, entrávamos num novo ciclo, com um dos grandes aprendizados da vida.

Andar de moto! 😉

 

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6 comentários sobre “DIÁRIOS DE UMA MOTOCICLETA VIETNAMITA: FAMÍLIA CUORE EM TAM COC

  1. Muito bacana seu diário de viagem, Cristina, lindas as cavernas, temerários os passeios de moto pelos caminhos tortuosos, incrível subir aqueles tantos degraus de pedra – tudo que faz uma viagem inesquecível e a aventura valer a pena. Muito bons seus textos, e as fotos lindas.
    Merci, grande abraço,
    Vera Queiroz

  2. Estou a planear uma viagem ao Sudeste Asiático e tenho lido vários blogs. O seu blog ajudou-me imenso, gostei muito dos seus posts e fotos. Obrigada pela partilha. Um abraço.
    Anabela

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