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O QUE VOCÊ FARÁ QUANDO NINGUÉM MAIS PRECISAR TRABALHAR?

Recentemente, em meio a um artigo sobre regras de tecnologia que irão governar o futuro, um ponto me chamou a atenção. O autor, professor da Universidade de Engenharia da Carnegie Mellon alegava que as coisas serão tão baratas, ou sem preço, que ninguém mais precisará trabalhar. Este ponto, especialmente, recebeu uma enormidade de críticas nos comentários. Uma infinidade de homens e mulheres de meia idade … Continuar lendo O QUE VOCÊ FARÁ QUANDO NINGUÉM MAIS PRECISAR TRABALHAR?

RECOMEÇOS – ENCONTRANDO UM NOVO CAMINHO

Esses dias eu dei a minha primeira aula. Assim que entrei na Univates, as pessoas começaram a me chamar de Profe. Foi revelador. Sempre fui a pessoa que dava treinamento nas empresas em que trabalhei, gostava de falar em público, dava palestras. Não teve empresa pela qual tenha passado em que eu não tenha dado muito treinamento – ou pensando que parte do processo da … Continuar lendo RECOMEÇOS – ENCONTRANDO UM NOVO CAMINHO

COMO EU ATUALIZEI O LINKEDIN APÓS MEU DESLIGAMENTO DA EMPRESA

Escrevo no Food Safety Brazil desde 2012 (muito orgulhosamente), e lá no site os colunistas tem o privilégio de um mini-currículo. Ele foi, ao longo dos anos, refletindo as minhas mudanças de carreira para, mais recentemente, excluir 100% dos nomes de empresas que até então constavam nele. Apesar de elas constarem no meu currículo completo – acabam dando um aval ou outro ao que eu … Continuar lendo COMO EU ATUALIZEI O LINKEDIN APÓS MEU DESLIGAMENTO DA EMPRESA

POR QUE SOMOS TÃO LIGADOS À CULTURA CORPORATIVA?

Fui dar uma palestra esses dias.

Estamos passando por um período sabático, o que não significa necessariamente não trabalhar. Significa repensar. Viajar, estamos viajando neste exato momento, e repensar. Testar novas possibilidades. Pensar um pouco no que nos faz feliz. Descobrir o que é isso. Aventurar-se por outras possibilidades de trabalho.

Ao fim da palestra, a respeito de um dos temas da minha área profissional so far, duas pessoas me abordaram. Haviam gostado e queriam se candidatar a colunista do Food Safety Brazil. Começamos uma conversa muito animada, cheia de pontos interessantes, ambas estão fazendo mestrado, uma em sociologia da alimentação. A conversa ia ganhando o tempo do coffee break, e uma delas me pergunta: onde você trabalha? Eu disse: eu trabalho para mim! Então ela me rebateu: ah, sim, você é consultora.

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AS CAIXINHAS EM QUE AS EMPRESAS NOS COLOCAM

Quando eu me inscrevi no vestibular, peguei todos os cursos da UFRGS, risquei aqueles que não me interessavam (tipo Medicina, Matemática e Geologia) e fiquei com alguns para escolher. Ficaram na lista: Engenharia de Alimentos, Ciências Sociais, Direito, Jornalismo. Tal era a minha vontade de ter um emprego, que eu escolhi uma Exata no meio de um montão de Humanas, pois era o que me parecia com maior potencial de emprego.

Bem, mas Engenharia de Alimentos foi eleita, e não era um curso anômalo para mim também: havia um pouco de tudo, mesmo Humanas, no currículo. Formei-me e na sequência vieram o primeiro, segundo, terceiro e quarto empregos. Já se vão quase 15 anos de formatura, e um emprego seguiu o outro, numa fúria constante para não ficar desocupada.

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