O LUGAR MAIS LINDO DO MUNDO: PARQUE NACIONAL DE JIUZHAIGOU (E COMO VOCÊ PODE MUDAR DE IDEIA A QUALQUER HORA)

Esta é uma viagem livre, sem grandes planos antecipados, mas isso não quer dizer que seja uma viagem inconsciente, de olhos fechados. Quando soubemos que iríamos ficar mais de 1 mês na China, começamos a ler um blog aqui, outro ali, sobre tudo o que país-quase-continente tinha no seu tabuleiro. E não era pouca coisa.

Foi no Adventures around Asia, um blog muito bacana de uma americana radicada na China, que ouvi falar (ou, mais apropriadamente, li) sobre Jiuzhaigou. E o post que ela escreveu tinha, arrãm, o mesmo título que este aqui. Cópia descarada – mas simplesmente não tem outra descrição.

Jiuzhaigou já entrou nos nossos “semi-planos” para obter o visto chinês. Pensávamos seriamente sobre Jiuzhaigou quando estávamos no Brasil.

Vemos fotos como essa e... bem, temos que ir, não é? Um bom jeito de convencer o pessoal do Consulado de que queremos ficar bastante tempo passeando na China!
Vemos fotos como essa e… bem, temos que ir, não é? Um bom jeito de convencer o pessoal do Consulado de que queremos ficar bastante tempo passeando na China!

Quando, já na China, comecei a montar o roteiro real a partir de Xi’an, Jiuzhaigou parecia muito cara (e é). Então, ainda em Beijing, ansiosa e não tendo embarcado 100% ainda na onda da viagem livre, comprei rapidamente o nosso vôo de Xi’an para Chengdu para, hum, ver os pandas. Não conseguia dormir com a possibilidade de não termos o que fazer quando a reserva de Xi’an acabasse (tipo, 15 dias depois).

Então, ficamos 10 dias em Xi’an. É linda, tem pelo menos dois mausoléus imensos e outras atrações para você se divertir. Mesmo assim, 10 dias é muito para turistar – então em Xi’an trabalhamos bastante, escrevi, brincamos com a Sara, e reorganizamos os planos da viagem.

Comecei a me dar conta de que viríamos a Sichuan, um dos estados mais famosos na China pela comida, pandas e tradição tibetana, e não veríamos nada de Tibet.

Quero dizer: eu entendo muito bem o que o Riq Freire diz – não procure um lugar no outro. Você gosta das praias do Nordeste, então não venha para a Tailândia atrás de uma. O máximo que irá encontrar é… uma praia tailandesa.

E, como você, caro leitor e cara leitora, pode ver: eu queria ir desesperadamente para o Tibet ;)
E, como você, caro leitor e cara leitora, pode ver: eu queria ir desesperadamente para o Tibet 😉

Acontece que o Tibet é um estado lindo, mas sob “intervenção” chinesa. Significando que os “perigosos” tibetanos ousam desafiar o Grande Irmão e ganharam em troca uma invasão chinesa que controla quem quer entrar e sair dali. Significando que ir para o Tibet: só de tour organizado, caro. Sem contar que é longe para chinês!

Fazer uma viagem à China é decidir onde ir. Então não vamos ao Tibet – mesmo assim, queremos ver um pouco do budismo tibetano refletido no povo. Tínhamos como alternativa os estados que fazem fronteira com o Tibet: Sichuan ou Yunnan eras as escolhas mais comuns entre os viajantes. Como já iríamos de qualquer forma a Chengdu, capital de Sichuan, a escolha era fácil.

E qual o lugar de tradição tibetana mais famoso de Sichuan? Jiuzhaigou!

Por que será, não? Eu me pergunto todos os dias...
Por que será, não? Eu me pergunto todos os dias…

Virei para o Fernando e disse: temos que ir a Jiuzhaigou. Não podemos sair da China sem nem ter visto uma cidade tibetana.

No curso de um dia consegui trocar o vôo Xi’an-Chengdu por um Chengdu-Guilin com a Air China (pagando uma “leve” taxa de 730 yuan) e comprar um vôo para irmos a Jiuzhaigou. Agora sim, o roteiro parecia mais lógico.

Para uma pessoa megaplanejada em viagens como eu, esta simples mudança de planos foi libertadora. Sim, eu posso cancelar uma passagem comprada. Sim, eu posso mudar de ideia. Sim, estando no lugar, fica bem mais fácil decidir para onde ir.

A primeira impressão de Jiuzhaigou foi o frio. Muito frio. Saímos de uns 28°C em Xi’an para uns 5°C no aeroporto de Huanglong.

Pegamos uma van em frente ao aeroporto e, já na estrada, começamos a ver que chegamos ao destino que buscávamos. O motorista, pobre criatura, parecia muito mais determinado a reclamar: conseguiu tirar um casal da van e depois começou a brigar com um australiano que alguma coisa de chinês entendia (sorte dele).

Motorista enfezadinho com os passageiros
Motorista enfezadinho com os passageiros

Enquanto a turma de chineses tentava colocar panos quentes no assunto – o australiano havia comprado um bilhete para Huanglong, apesar de ter pago o valor correto e querer ir a Jiuzhaigou – eu observava a sua expressão. Um chinês motorista brigando, 7 ou 8 tentando entender o que acontecia, e o moço calmamente falando, sem se afetar: eu quero ir a Jiuzhaigou.

Lá pelas tantas, o motorista para. O casal na nossa frente nos explica que há alguma coisa com os freios e ele chamará outra van para nos levar. Ótimo: esta já era nossa 4ª parada, contando com a volta ao aeroporto. Apesar da preocupação, ele segue (aí EU me preocupo), mas para logo em seguida, no pátio do que mais tarde eu saberia que era o Monastério Gami.

A barganha: note o meu celular sendo minuciosamente analisado por 3 chineses
A barganha: note o meu celular sendo minuciosamente analisado por 3 chineses

Enquanto chegam táxis que nos levarão ao destino, e o casal chinês nos ajuda a barganhar um preço mais decente com o taxista – a moça fica radiante quando consegue baixar o preço para 20 yuan pelo carro – o motorista da van vira para mim, aponta o templo, e me faz sinal para tirar fotos.

O Templo Gami, a caminho de Jiuzhaigou
O Templo Gami, a caminho de Jiuzhaigou

Rapidamente, eu tiro umas duas ou três fotos e saímos dali. Mal sabia eu que estas fotos ficariam marcadas na memória e nos fariam voltar ali, num outro dia cheio de paradas mais para frente.

O australiano acaba no carro conosco, o que reduz nosso custo para 10 yuan. O serviço de vans está subsidiando o taxista – mesmo assim é um absurdo de barato 20 yuans para os mais de 40 minutos que andamos até chegar a Jiuzhiagou.

à sua direita, o Parque do Romance. O quê????!!! Só chinês mesmo para achar isso aí romântico :P
“À sua direita, o Parque do Romance.” O quê????!!! Só chinês mesmo para achar isso aí romântico 😛

Chegamos ao hotel – que é meramente passável, e tem um dono que alguns dias depois se proclamaria “dono de Jiuzhaigou” – deixamos as malas, e vamos ao encontro do café-da-manhã/almoço muito desejado.

Como tudo aqui na China é comércio, Jiuzhaigou, uma das principais atrações para os chineses, é uma cidade-comércio. Para quem esperava vir numa cidade de raízes tibetanas, um grande banho de água gelada das montanhas com pico nevado ao redor. Comemos o almoço mais caro da viagem e eu começo a me sentir mal. Dor de cabeça e um embrulho no estômago.

Ao menos era bem gostoso e saudável
Ao menos era bem gostoso e saudável

Voltamos ao hotel, e a coisa evolui: a cabeça lateja, o estômago buscando uma saída pela boca, nariz sangrando. É, o que não tive em Huaraz (possivelmente porque subimos os 3000m de altitude lentamente, serpentando a Cordilheira do Andes num ônibus supermoderno desde Lima) estou tendo após o nosso vôo Xi’an – Jiuzhaigou: mal de altitude.

Deito na cama, desligo todas as luzes, peço para o Fernando levar a Sara para passear, tomo dois remédios e tento dormir. À noite, estou um pouco melhor. Há turistas que aterrissam e rumam direto ao Parque de Huanglong, que é menor e dá para ser visto numa tarde. Enquanto suporto minha primeira tarde na cidade das nove vilas fortificadas, agradeço pela decisão de não fazer desta uma etapa de correria – temos 4 dias por aqui, podemos ver tudo com calma.

No dia seguinte, levantamos cedo, tomamos um café no quarto mesmo, e pegamos carona com o dono do hostel para o Parque. Em qualquer guia que se leia, a orientação é: chegue cedo para evitar os grupos.

Rá!

É sim, bem pouquinho turista na entrada de manhã cedo, antes das 9h: SÓ QUE NÃO!!!
É sim, bem pouquinho turista na entrada de manhã cedo, antes das 9h: SÓ QUE NÃO!!!

Os guias subestimam a China. Não existe horário sem grupos na China – talvez, se tivéssemos chegado às 6h da manhã e aguardado na fila… teríamos ficado na fila mais de uma hora, apenas para sermos pisoteados quando as bilheterias abrissem. O chinês é um povo muito hospitaleiro, mas se você não faz parte do círculo pessoal… espere para ser empurrado, esmagado e puxado.

Rá!

Os guias, contudo, subestimam o Brasil. Quem vai em show no Morumbi ou em jogo de futebol no Pacaembu está escoladíssimo para vir para a China. A tática a ser adotada é similar: postura corporal firme e conquista! Estávamos na fila bonitinhos, padrão europeu, só vendo os milhares de chineses furando a fila na nossa frente para comprar ingressos. Pelo tamanho da coisa, ficaríamos ali pelo menos mais uns 40 min, só aguardando.

Então, num lampejo, o Fernando pulou a cerca, pegou a Sara no colo e me chamou. Fomos lá na frente, fizemos aquela cara de quem não sabe o que está acontecendo e pedimos dois ingressos (caros – 310 yuans para entrar no parque e andar de ônibus por ele. Por pessoa). Ainda teve o momento do debate sobre se aquele era o preço mesmo – afinal, fazia tempo que não pagávamos quase 400 reais para entrarmos num parque em casal – mas foi isso.

Mas foram os 400 reais mais bem gastos da viagem ;)
Mas foram os 400 reais mais bem gastos da viagem 😉

Talvez não tenha sido a coisa mais nobre a se fazer. Mas depois de quase 20 dias na China, estávamos um pouco cansados de sermos tão certinhos.

Entramos no parque e pegamos o primeiro ônibus que vimos vazio – cada ônibus tem um motorista e uma guia que, obviamente, fala apenas chinês. Enquanto o ônibus sobe tranquilo pelas lindas estradas bem pavimentadas do Parque Nacional de Jiuzhaigou, um vídeo em chinês, com algumas (poucas) legendas em inglês vai narrando a história dos lugares por que estamos passando.

O Parque Nacional de Jiuzhaigou é um dos maiores da China. Tem mais de 600 km² de vales, montanhas, lagoas cristalinas de diferentes cores, cascatas e vilas tibetanas – que, como esperado, também viraram comércio. “So much” para quem estava procurando vilas tibetanas autênticas.

Vai para o Tibet se quiser isso, tontona 😛

Os guias também dizem que você deve reservar dois dias para conhecer o Parque. Não discordamos – porém para bolsos brasileiros, dois dias bem caros. Brigando contra o frio e a multidão chinesa, achamos que um dia bem longo estava de bom tamanho.

Você pode parar onde quiser, mas o caminho mais lógico era subir até o ponto mais alto – na Floresta Primitiva – e vir descendo. O Parque fica em um Y, e você começa o trajeto na parte de baixo dele. O braço da direita é o mais repleto de atrações e normalmente fica mais lotado. Para lá rumamos.

Nosso primeiro contato com o Parque: à esquerda, a Floresta Primitiva
Nosso primeiro contato com o Parque: à esquerda, a Floresta Primitiva

Se andar de ônibus novo e ecológico, com guia do parque e vídeo explicativo já estava nos deixando boquiabertos, sair dele e começar a descida nos espantou definitivamente. Você escuta Parque, natureza, montanha, soma dois mais dois e o resultado é: tem que usar bota de trekking, roupa confortável, levar muita água e se preparar para os mosquitos.

Não na China, neném.

Sara "desbravando" as "trilhas" chinesas: muita coragem!
Sara “desbravando” as “trilhas” chinesas: muita coragem!

Na China, um parque tem uma passarela linda, de madeira, com degraus, que vai te levando calma e seguramente às atrações. Gente de todo o tipo desce – ou, os mais aventureiros, sobem – aquelas passarelas: senhores e senhoras, mães com crianças de colo, fotógrafos atrevidos que não cansam de importunar a Sara, famílias inteiras que fazem piquenique onde quer que seja, crianças de todas as idades.

Alguém aceita um lanchinho aí?
Alguém aceita um lanchinho aí?

O Parque Nacional de Jiuzhaigou é um espaço democrático numa China de partido único. A China inteira quer ver os lagos transparentes multicoloridos.

Dá até para arriscar uma roupitcha mais, hum, ousada.
Dá até para arriscar uma roupitcha mais, hum, ousada.

Os chineses também são muito criativos na questão nome. Em que outro país você encontraria o lago do Panda, o das Cinco Flores, o do Rinoceronte e do Dragão Adormecido no mesmo parque?

A caminho do primeiro lago...
A caminho do primeiro lago…

Conforme vamos descendo, o clima vai ficando mais ameno, mas as paisagens não. É impossível discernir qual é o lago mais charmoso, ou o mais colorido, qual a cascata mais surpreendente, ou qual o caminho por sobre as águas mais romântico. A água é tão transparente pela mesma razão de Bonito: uma alta concentração de carbonato de cálcio faz todos os sedimentos precipitarem, deixando o fundo visível e todas as matizes de água – de azul a verde – tão brilhantes.

Lago-espelho - ou mais precisamente, lago da Grama
Lago-espelho – ou mais precisamente, lago da Grama

Andando pelo parque, tinha certeza absoluta de que os sonhos eram fabricados por ali todos os dias, para, durante a noite serem distribuídos pelas mentes mundo afora.

Você pode ir de lago em lago, pegando o ônibus entre eles e vendo apenas o que o Parque tem de mais esplendoroso. Ou pode fazer como nós: caminhar a maior parte do tempo, conhecendo os cantinhos, os caminhos sobre as águas, as pequenas cascatas onde os ônibus não param.

Outono é a melhor época para ver o Parque, segundo os chineses: frio, mas não tanto quanto no inverno, e com as folhas trocando de cor, o que adiciona vermelho e laranja à paleta lotada de azuis, verdes, branco e cinza do lugar.

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Alguém disse laranja aí?

Outubro, mais precisamente a segunda semana – tipo, uma semana após a que fomos. Pegamos o Parque em seu esplendor, mas ainda não tão lotado quando estaria uma semana depois.

Foi no Parque Nacional de Jiuzhaigou que comemos pela primeira vez a comida mais surpreendente da viagem – um arroz com carne suína picante em embalagem auto-aquecedora. Os chineses são experts em comida mesmo.

Entramos no parque pelas 8h da manhã e já eram umas 15h quando chegamos de volta no vértice do Y, para atacar o outro lado da montanha. O Parque fecha às 19h em Outubro, mas estávamos exaustos – descer também cansa! Decidimos, então, pegar o ônibus até a parte superior, descer ali, e simplesmente pegar outro para visitar aquele lado.

Lá em cima, muito frio novamente e uma tempestade se formava nos picos. Os guias gritavam com todos para descer o mais rápido possível. Bem, não falamos chinês. Eles também poderiam estar apenas avisando que o próximo ônibus estava saindo – nunca saberemos.

O Lago Longo - ou, na nossa versão, CONGELANTE!
O Lago Longo – ou, na nossa versão, CONGELANTE!

Pegamos o primeiro ônibus com uma janela para chamar de sua e abrir – o ar quente dos ônibus é sufocante – e começamos a descida. O plano era apenas continuar até a saída, porém chegamos no Lago do Tigre e as rodas de oração movimentadas pela água que descia da montanha chamou a minha atenção – sabe como é, fotógrafa amadora pode até estar cansada, mas não perde uma foto pronta passando pela frente 😉

Aqui a reza é garantida, 24/7
Aqui a reza é garantida, 24/7

Ficamos naquela indecisão por uns 2min, enquanto gente subia e descia do ônibus. De repente, me levanto e grito: vamos descendo, me sigam!

Foi uma última parada para admirar aqueles lagos azuis, com água gelada, árvores de todos os tamanhos crescendo sobre pedras no meio da correnteza, desafiando qualquer lógica de pressão, esforço, resistência.

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Quando saímos do parque, um pouquinho mais de comércio, só para não perder o costume. O que antes era uma fila interminável para comprar, agora nem tinha moscas… a dica de comprar o ticket no dia anterior é bem válida – e só não compramos pela minha dor de cabeça do dia anterior.

 

Fomos caminhando de volta ao hotel, comendo uma coisa aqui, outra ali, nas inúmeras barraquinhas que lotavam o caminho até os milhares de ônibus excursão que chegam de todos os lugares.

Enquanto caminhávamos, se formava em nós uma certeza, talvez proveniente de um dos muitos sonhos que vimos sendo fabricados na nossa frente, durante o dia. A China pode ser megalomaníaca e exagerada em várias coisas – e, principalmente, na descrição das suas atrações – mas aqui, ela é apenas justa.

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Mas Jiuzhaigou é sim o lugar mais lindo do mundo – mesmo que não seja mais uma típica vila tibetana.

Ahhh as coisas que nos fazem viajar...
Ahhh as coisas que nos fazem viajar…

 

Conta para nós, caro leitor: qual o lugar mais lindo que você já viu na vida? Estamos neste momento decidindo para onde ir quando sairmos da China: coloca aí nos comentários a sua sugestão de onde deveríamos ir! (ah, e lembrando: não estamos “podendo” com o Face por enquanto 😉 )

 

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4 comentários sobre “O LUGAR MAIS LINDO DO MUNDO: PARQUE NACIONAL DE JIUZHAIGOU (E COMO VOCÊ PODE MUDAR DE IDEIA A QUALQUER HORA)

    1. Oi, Camila! Pode deixar que irei conferir o blog de casa nova!
      Eu sempre fui muito certinha nesta coisa de planos de viagem, nunca mudava nada. Esta coisa de fazer uma viagem livre está me ensinando muito!

  1. Meu lugar mais lindo foi em Banff no Canada. Fomos em Abril e ainda tinha muita neve. Andamos de treno de cachorros (nos dirigindo) e foi inesquecível. Estávamos eu , meu marido e minha filha que na época tinha 3 anos. Viajamos sempre que dá e buscamos sempre lugares novos. Meu sonho [e viver uma vida assim, sem amarras, livre. Meu marido é mais preocupado com o futuro essas coisas, então por enquanto temos momentos de liberdade. Moro em Sao Paulo, acabamos de voltar de noronha e hoje tenho 2 filhotas que aproveitaram muito as praias e trilhas por lá. Alice de 7 anos e Violeta de 2. BJs e feliz 2016!!

    1. Oi, Debora! Deve ter sido muito lindo no Canadá mesmo, já vôo fotos de Banff e fiquei encantada!!!
      Sabe, um dos primeiros lugares onde a gente tem que ser livre é dentro de si mesmo. Quando deixamos de seguir os outros e encontramos nossa própria voz, podemos até estar no mesmo lugar, mas ele nunca mais será o mesmo. Seja bem vinda por aqui: adoro conhecer minhas leitoras lindas!

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