CURADORIA CUORE CURIOSO – DIA 28

Quanto mais conversamos, mais descobrimos casais que abandonaram a vida tradicional e foram se aventurar no mundo. A maior parte deles simplesmente vai, mas alguns poucos temos a sorte de serem também escritores, então se colocam em palavras em sites que te incitam a mudar sua vida. O casal brasileiro por trás do 1000 dias abandonou uma carreira mais ou menos estabelecida para correr todos os países da América e todos os Estados do Brasil em uma Toyota Hilux. A expedição já acabou, mas os arquivos estão lá para você viajar e conhecer esses países incríveis que estão próximos a nós. Para mim, o maior achado é este lugar da Guatemala: Semuc Champey. Tem dois post sobre ele, um da Ana e outro do Rodrigo.

Quer uma versão mundo da expedição acima? Living if é a soma da obra de um casal que passou por 40 países, em 3 anos de viagem. Isso mesmo: 3 anos! Quando falamos que queremos viajar 6 meses, parece muito, não? Pois tem gente que nunca mais para! O lema do casal LOCAVORista e THINKchua é: Living to know what is, rather than wondering what if. Não é fantástico? (Em português não fica tão bom, mas seria algo como – vivendo para saber como é, ao invés de perguntar-se como seria).

Falando sobre mulher que mudaram o mundo, uma brasileira: Aracy de Carvalho Guimarães Rosa. Pessoa discreta, que como diplomata em Hamburgo ajudou a quebrar as regras do regime Vargas e tirar judeus da Alemanha Nazista. Casou-se com Guimarães Rosa e viveu uma vida discreta até sua morte em 2011 – infelizmente, ao lado do marido prolífico, não deixou uma obra escrita, para que pudéssemos nos aprofundar nas histórias daquela época. Um exemplo de que a ação corajosa de uma única pessoa muda o jogo. Posteriormente, no Brasil, também ajudou a perseguidos pelo governo militar. Há um documentário sobre ela, lançado em 2014, se você quiser se aprofundar.

Aracy: uma pessoa fazendo o certo, num mundo fazendo muita coisa errada.
Aracy: uma pessoa fazendo o certo, num mundo fazendo muita coisa errada.

Por fim, uma peça deliciosa da New Yorker sobre como a nossa primeira-dama preferida, Eleanor Roosevelt, praticou uma cultura de austeridade nos salões da Casa Branca. Fez a turma comer frugalmente durante a grande recessão, inclusive o presidente, pois pensava que a Casa Branca precisava dar um exemplo de economia, nutrição e eficiência. Até hoje, a cozinha presidencial deste período é tida como a pior da história – e também a mais revolucionária. Eleanor acreditava que o feminismo dentro de casa contava tanto quando nas ruas.

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